Sementes e saúde

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As sementes são ótimas para nossa dieta saudável diária. Elas auxiliam na diminuição do peso, do colesterol, de inflamação como celulite, regulam o trânsito intestinal e aumentam a massa magra.
São indicadas para quem tem sobrepeso, obesidade, prisão de ventre, colesterol alterado, celulite ou simplesmente quer melhorar a alimentação.

Para que façam efeitos positivos no organismo, o ideal é acrescentá-los diariamente nas refeições. A quantidade vai depender de indivíduo para indivíduo, mas em média uma colher de sopa por dia.

Linhaça

A linhaça tem o poder de controlar a diabetes, auxilia no bom funcionamento do intestino, contribui para uma pele mais saudável e ainda faz uma “faxina” nas artérias. Tudo isso porque a linhaça tem em sua composição “gorduras do bem”: as monoinsaturadas e as poli-insaturadas (ômegas 3 e 6). Elas trabalham pela redução do LDL, o mau colesterol, e ainda contribuem para a saúde cardiovascular (pela presença do ômega 3, que tem propriedade anti-inflamatória e ajuda a evitar o acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos).

A linhaça é rica em fibras lignanas, que aumentam a saciedade e melhoram o funcionamento intestinal.  As fibras são importantes  para o controle do diabetes, pois contribuem para redução da absorção do açúcar no intestino.

Amaranto

É um alimento tão completo que nutricionalmente assemelha-se á combinação arroz com feijão.  Possui proteínas e aminoácidos que são essenciais para o organismo. O amaranto é capaz de reduzir a pressão arterial, colesterol e melhorar o funcionamento do intestino.

A grande concentração de esqualeno  em sua composição, substância somente encontrada em quantidades significativas nos óleos de fígado de animais marinhos, é uma característica singular do amaranto. Suas propriedades naturais incluem a ação antioxidante, no combate aos radicais livres, aumento da oxigenação do metabolismo e fortalecimento da membrana celular, auxiliando na melhora do sistema imunológico devido à proteção das células.

 O amaranto é também indicado na nutrição preventiva, aquela que tem por objetivo evitar doenças e melhorar a qualidade de vida. O amaranto é fonte de vitaminas e minerais importantes como o Cálcio, Ferro, Fósforo, Potássio, Zinco e Vitaminas do Complexo B e Vitamina E.
Chia

A chia é uma sementinha poderosa, fonte de vitaminas do complexo B, de minerais como: cálcio, fósforo, magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre. Por ser boa fonte de cálcio é uma excelente opção para aqueles que apresentam osteopenia, osteoporose e obesidade.

Possui propriedades benéficas à saúde por ser rica em antioxidantes (ácido caféico e clorogênico), que auxiliam na redução dos radicais livres prevenindo o envelhecimento celular. Além disso, tem ação laxativa e promove a saciedade. É uma ótima opção para a alimentação vegetariana, por ser rica em proteínas e diversos nutrientes importantes.

Seu conteúdo de fibras favorece a eliminação das fezes e melhorando o funcionamento do intestino. As fibras auxiliam no tratamento e prevenção de doenças como diabetes e doenças cardiovasculares.

Quinua

Esta semente é queridinha de nutricionistas e especialistas em saúde, por conta de seu alto valor nutricional e funcional.

Fonte de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais, aminoácidos, fibras e cálcio, a quinua é o melhor e mais completo alimento de origem vegetal. A quinua tem boa relação de cálcio e magnésio, sendo importante para absorção de cálcio nos ossos.

 Entre os 18 aminoácidos encontrados na quinua, dois – metionina e lisina – estão ligados ao desenvolvimento da memória e dos reflexos, e um deles – tripofano – é capaz de liberar no cérebro a serotonina, substância que dá sensação de bem-estar. Além disso, a quinua está livre de gorduras saturadas e colesterol.

Aveia

O consumo regular de aveia faz com que o intestino funcione corretamente, absorvendo os nutrientes que o organismo necessita e deixando de ser preguiçoso.

Para os diabéticos, as fibras da aveia juntam-se ao açúcar dos alimentos, fazendo-o cair mais lentamente na corrente sanguínea. Para quem tem colesterol alto a aveia é uma ótima aliada na redução do LDL, pois suas fibras são solúveis em água e se transformam em um gel que faz com que as gorduras não se depositem nas artérias, ajudando a baixar os níveis de colesterol ruim, prevenindo doenças do coração e também  de câncer de intestino.

Além das fibras, a aveia é uma ótima fonte de vitaminas e minerais. Cálcio, ferro, cobre, zinco, magnésio, fósforo e manganês são encontrados em abundância no cereal, e também as vitaminas E e as do complexo B e proteínas. É um cereal completo.

Gergelim

O gergelim possui grande quantidade de proteínas, gorduras e carboidratos, sem falar nas fibras e nos lipídios, importantes na redução do colesterol do sangue, com propriedades anticancerígenas e antioxidantes. Também possuem alto teor de cálcio, fósforo e ferro e são ricas em vitaminas do complexo B.

As sementes de gergelim são ricas em manganês, cobre e cálcio, contêm Vitamina B1 e Vitamina E.  Elas também contém fitoesteróis, que bloqueam a produção de colesterol. Os nutrientes do gergelim são melhor absorvidos se triturados antes do consumo. Contêm uma grande variedade de princípios nutritivos de grande valor: lípidos, ácidos graxos insaturados, lecitina, proteínas, vitaminas (E, B1 e B2) minerais e oligoelementos.

O gergelim é ideal para quem procura boa forma ou mesmo uma dieta equilibrada, pois ele possui grande quantidade de fibras, o que auxilia no bom funcionamento do intestino.

Semente de Girassol

As sementes de girassol são uma excelente fonte de vitamina E, um poderoso antioxidante. As sementes de girassol são ricas em fitoesteróides e ajudam a reduzir os níveis de colesterol “mau” no sangue, a aumentar a resposta imunológica e a diminuir o risco de contrair alguns tipos de cancro.

O magnésio existente nas sementes de girassol é ótimo para relaxar os nervos, logo ajuda na descontração muscular e dos vasos sanguíneos. As sementes de girassol são também ricas em selênio, mineral fundamental para uma boa saúde que ajuda a melhorar a desintoxicação do organismo e tem uma ação preventiva a nível cancerígeno.

O consumo de girassol auxilia no controle da tensão pré-menstrual, favorece a recuperação de processos inflamatórios, auxilia na mobilização do ferro para a síntese da hemoglobina, adrenalina e a formação dos tecidos conjuntivos.

 

Informações de: Beleza e Saúde

Tarefas para evitar na gravidez

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As mamães de primeira viagem geralmente são mais cuidadosas na gravidez. Infelizmente, muitos dos cuidados que toda gestante deve ter são ignorados depois do primeiro filho.

Se você está grávida, não importa se este é o primeiro, segundo ou terceiro bebê: todo cuidado é pouco. Estamos falando disso porque é muito comum ver mulheres fazendo muito esforço e se submetendo a atividades perigosas para a gestação.

Nesse período, principalmente quando se faltam poucos meses para o parto, as atividades precisam ser restritivas.

Isso inclui:

1. Lavar a casa

O contato com produtos químicos de limpeza é péssimo, pois a mãe inala as substâncias tóxicas, afetando a saúde do bebê.

Portanto, fuja de cheiros fortes e delegue a responsabilidade para outra pessoa.

Além de tudo, não compre aqueles purificadores de ar para colocar no banheiro – eles são muito prejudiciais.

Se possível, use produtos naturais para limpar a casa, como suco de limão, vinagre branco e bicarbonato de sódio.

2. Varrer

Esta é uma atividade quer requer atenção, pois, se não executada corretamente pode causar problemas na coluna, especialmente na gravidez.

Na gravidez, a mulher deve evitar se agachar, se curvar e fazer movimentos bruscos.

Se não tiver outra pessoa para limpar o piso, então ignore a limpeza, pois sua saúde e a do bebê deve ser prioridade.

3. Lavar roupa

Esse trabalho de pegar cesta de roupa suja e se abaixar para colocar as roupas no tanque ou na máquina provoca parto prematuro e pressão sanguínea.

Se você está grávida, peça para que outra pessoa faça esse serviço de colocar as roupas para lavar.
4. Limpar a sujeira do seu animal de estimação

O problema é mais uma vez as substâncias tóxicas que estão presentes nos produtos de limpeza.

Além disso, o que pode ser ainda mais perigoso é o risco de contaminação pelas fezes e urinas dos animais.

Se você não pode contar com ninguém para essa tarefa, use máscaras e luvas antes de limpar o ambiente.

5. Carregar peso

O seu médico com certeza já alertou você sobre isso.

Entenda: à medida que seu bebê vai crescendo, há um aumento na pressão sobre as costas.

Um peso extra pode ser fatal para sua coluna.

Nunca se dobre para a frente e procure pegar as coisas do chão, apenas se agachando.

6. Limpar armários e ventilador de teto

Na gravidez, qualquer quedinha é um grande perigo.

Portanto, evite limpar ventilador de teto, armários que ficam no alto e qualquer outra coisa que necessite subir num banco ou escada.

Descanse e atribua a responsabilidade para outra pessoa.

 

Matéria extraída de: Meu Mundinho

Ovário Policístico e Gravidez

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A  Síndrome dos Ovários Policístico (SOP), é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação em virtude de desequilíbrio hormonal que leva à formação de cistos.

O aparecimento de cistos durante o processo de ovulação faz parte do funcionamento dos ovários, mas eles desaparecem a cada ciclo menstrual. Em portadoras da Síndrome de Ovários Policísticos  esses cistos permanecem e modificam a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes mais largo do que o tamanho normal.

A disfunção pode levar à secreção de hormônios masculinos (androgênios) em excesso. A portadora da síndrome ovula com menor freqüência e tem ciclos, em geral, irregulares. Calcula-se que a SOP afeta 20% das mulheres durante a fase de vida reprodutiva.

Não é difícil concluir que uma das consequências da doença é a infertilidade. Para se ter uma ideia, 30% dos casos de mulheres que não conseguem engravidar estão relacionados à SOP. Muitas delas, inclusive, só descobrem que têm a doença quando percebem que não estão conseguindo ter filhos e vão a um especialista para resolver o quadro.

Mulheres que têm a Síndrome de Ovários Policísticos possuem resistência a insulina e, por isso, um dos tratamentos indicados é o uso da metformina, remédio que também é usado p diabetes tipo 2. A pílula anticoncepcional não é o único tratamento. Exercícios físicos também são uma excelente opção para manter o peso e diminuir a resistência insulina.

 

Sintomas e sinais 

 

Ciclos irregulares, menor freqüência de ovulação e dificuldade para engravidar podem ser características comuns da síndrome dos ovários policísticos. O distúrbio ainda favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, do diabetes tipo 2 e obesidade. Quando há excesso de hormônios masculinos, os sinais observados são:

  • Crescimento anormal de pelos nas regiões do baixo ventre, seios, queixo e buço;
  • Aumento da oleosidade da pele e aparecimento de espinhas e cravos;
  • Queda de cabelos;
  • Aumento do peso;
  • Manchas na pele, principalmente nas axilas e atrás do pescoço

 

SOP na gravidez

O tratamento do ovário policístico da mulher que pretende engravidar deve ser sempre avaliado e orientado pelo ginecologista, porém, as opções de tratamento mais utilizadas incluem:

  • Uso de pílula anticoncepcional: contem formas artificiais de estrogênios e progesterona que regulam a ovulação. Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo;
  • Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular;
  • Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito.

Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar.

Reprodução assistida

As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação. Depois em laboratório, esse óvulo é fertilizado por um espermatozoide do homem e, depois recolocado no útero.

Limite para o parto

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É clara na literatura a recomendação de que a melhor época para o parto, que oferece menor risco de complicações maternas ou fetais é entre 39 e 41 semanas. Recomenda-se a indução do parto com 41 semanas, caso o trabalho de parto não ocorrer até lá.

No entanto, até 42 semanas o risco de complicações ainda é baixo, embora maior que com 41, e a decisão deve ser individualizada, considerando as condições de cada caso e a preferência do casal.

Segundo o manual do Ministério da Saúde, quando o parto não ocorre até a 41ª semana, é necessário encaminhar a gestante para a avaliação do bem-estar fetal, incluindo avaliação do índice do líquido amniótico e monitoramento cardíaco fetal, no qual a gestante será avaliada com provas de vitalidade fetal e tomada conduta de promoção do nascimento.

Estudos clínicos randomizados demonstram que a conduta de induzir o trabalho de parto em todas as gestantes com 41 semanas de gravidez é preferível à avaliação seriada do bem-estar fetal, pois se observou menor risco de morte neonatal e perinatal e menor chance de cesariana no grupo submetido à indução do parto com 41 semanas.

A taxa de mortalidade perinatal (óbitos fetais mais as mortes neonatais precoces) em gestações de 42 semanas é duas vezes maior que nas gestações a termo  e dobra após 43 semanas.

A indução do parto deve ser realizada a partir de 41 semanas de gestação, após concordância da mulher. Em gestantes que recusam submeter-se a indução, na conduta deverá ser avaliado o bem-estar fetal. A frequência de vigilância deve ser duas vezes por semana. O parto deve ser realizado se houver oligodrâmnio, presença de mecônio a amnioscopia ou evidências de comprometimento fetal.

Na gestação prolongada também conhecida como pós-datismo, a preocupação de relevância consiste no diagnóstico da insuficiência placentária que se deve ao progressivo envelhecimento do órgão. Embora se reconheça que os prejuízos maternos e fetais ocorram após 42 semanas, vários estudos têm proposto a intervenção da gestação entre 41 e 42 semanas, seja por indicação do parto monitorado ou cesariana.

FONTE: BVS APS Atenção Primária à Saúde

O Zinco e a fertilidade

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O zinco é um dois minerais importante para o nosso organismo. Este mineral se encontra no fígado, pâncreas, é indispensável à síntese de algumas enzimas, e sua grande parte é eliminado pelo o intestino.

O zinco tem um papel importante na nutrição: os açucares e a proteínas dos alimentos são absorvidos em maior ou menor parte dependendo da sua presença, e ainda exerce uma ação benéfica na hipófise ( uma glândula situada na cavidade óssea localizada na base do cérebro, seu tamanho é de um grão de ervilha).

Mas cuidado: o excesso de zinco pode causar debilidade no sistema imunológico e  dos níveis do bom colesterol.

Zinco e fertilidade

O Zinco é um importante aliado para a fertilidade. Em um mundo globalizado, onde a competitividade e a busca pela realização profissional são crescentes, os relacionamentos ocorrem de forma mais rápida e intensa, as viagens de trabalho ou passeio são mais constantes e acessíveis, há uma cobrança por padrões estéticos e também por tornar-se pai ou mãe.

Mas, nem sempre esta vontade de construir a própria família dependerá apenas da decisão do casal; é preciso também um preparo biológico determinante para a geração de uma nova vida saudável. A fertilidade ou a ausência dela faz parte do inconsciente dos casais como uma preocupação, principalmente quando decidem ter um bebê. Novos estudos têm indicado a importância de alguns nutrientes neste processo, como é o caso do zinco que faz parte de diversas atividades celulares.

Além dos nutrientes já recomendados durante o período de gestação como proteína, vitaminas, ferro entre outros, o zinco pode ser destacado como um mineral essencial por desempenhar papel importante no momento da ovulação, crescimento, desenvolvimento, integridade celular e em funções bioquímicas como o envolvimento na síntese de proteínas e ácidos nucleicos.

O que pode a carência de zinco no organismo?

– Atraso no crescimento
– Falta de memoria
– Depressão
– Cansaço e fadiga
– Impotência sexual
– Perda de peso
– Falta de apetite
– Dificuldade de cicatrização
– Queda de cabelo
– Unha quebradiças
– Problemas de pele, inclusive acne

Frutas ricas em Zinco

  • Abacate, abacaxi e ameixa
  • Banana
  • Figo e framboesa
  • Maça, manga, melão e morango
  • Laranja, limão
  • Pera, pêssego
  • Uvas

Legumes ricos em zinco

  • Abóbora, acelga, alface e agrião
  • Batata, batata-doce, beterraba e brócolos
  • Cebola, cenoura, cogumelo, couve e couve-flor
  • Ervilha, espargo e espinafre
  • Fava, feijões, feijão verde e feijão branco
  • Nabo
  • Pepino e pimentão
  • Rabanete e  repolho
  • Tomate

Cereais e leguminosas ricos em zinco

  • Arroz, arroz integral e aveia
  • Centeio
  • Farinha e flocos de milho, farinha de trigo, farinha integral, pão de centeio e integral
  • Grão-de-bico
  • Lentilhas
  • Soja

Frutos secos ricos em zinco

  • Ameixa seca, amêndoas e amendoins
  • castanha de caju e castanha do pará
  • Nozes
  • Tâmaras
  • Uvas passas

Frutos do mar rico em zinco

  • Camarão e caranguejo
  • Delicias do mar
  • Lulas
  • Mexilhões
  • Ostras

Outras opções ricos em zinco

  • Carnes
  • Chá verde
  • Chocolate
  • Fígado
  • Leite e seus derivados (preferência à base de soja)

 

FONTE: Rita Souza, Copacabana Runners.

Hipertensão na gravidez

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A força que o sangue exerce contra o interior das artérias, que são os vasos sanguíneos que transportam sangue rico em oxigênio para todo o organismo, é conhecida como pressão arterial. Quando fica elevada mais do que o normal, aparece a hipertensão ou pressão arterial alta.

Os problemas de hipertensão podem aparecer antes da gravidez ou serem desencadeadas durante a gestação, e todos os tipos de hipertensão pode apresentar riscos para a gestante e o seu bebê.

Em cada visita pré-natal, o médico afere a pressão arterial da gestante através do esfigmomanômetro. A pressão arterial tem duas medidas. Por um lado, se mede quanto o coração se contrai (pressão sistólica) e, por outro lado, quando se encontra relaxado entre as contrações (pressão diastólica).

Os valores da pressão arterial se expressam com dois números: o número superior representa a pressão sistólica, e o inferior, a pressão diastólica, por exemplo, 110/80. Quando o valor da pressão sistólica é de 140 ou superior, e o valor da pressão diastólica alcança 90 ou níveis superiores, estamos diante de um quadro de hipertensão.

De qualquer modo, devido a pressão arterial subir ou baixar durante o dia, os especialistas podem repetir a medição várias vezes para obter um valor médio que determine se a mulher realmente tem hipertensão e é preciso controlá-la para evitar riscos na gravidez.

Existem diferentes tipos de hipertensão que afetam as mulheres grávidas. São eles:

Hipertensão gestacional

Também conhecida como hipertensão transitória e é um tipo de hipertensão induzida pela gravidez. Geralmente, pode aparecer após a 20ª semana de gravidez e desaparece logo após o parto. As mulheres com hipertensão gestacional não apresentam proteínas na urina, no entanto, algumas delas desenvolvem pré-eclampsia numa etapa posterior da gravidez. As possibilidades de desenvolver pré-eclampsia são de 50%, se a hipertensão gestacional aparecer antes da 30ª semana. Por outro lado, se a hipertensão gestacional acontece após a 36ª semana de gestação, a hipertensão em geral é moderada.

Pré-eclampsia

Afeta 15% das gestantes, mas se detectada a tempo pode ser controlada e diminuir os riscos tanto para a mãe como para o bebê. Em geral, se desenvolve depois da 20ª semana de gravidez e desaparece depois do parto. Nos casos mais graves, que é a fase grave da pré-eclampsia, quando a hipertensão é acompanhada de convulsões e coma. Esse transtorno se caracteriza por um aumento da pressão provocada pela gravidez e pela presença de proteínas na urina.

Hipertensão crônica

Nesse caso, a mãe já era hipertensa antes de engravidar. Portanto, a pressão arterial alta dessas pacientes pode ser diagnosticada antes da gravidez, ou antes da 20ª semana de gestação. Por ser crônica, esse tipo de hipertensão não desaparece depois do parto. Em 90% dos casos, a hipertensão arterial crônica é de causa desconhecida e somente em 10% das pacientes, a hipertensão é secundária a outra doença como o diabetes, doenças renais, cardíacas e doenças autoimunes, entre outras.

Hipertensão crônica com pré-eclampsia

Aproximadamente 25% das mulheres com hipertensão crônica também desenvolve pré-eclampsia. É mais frequente em mulheres multíparas e se caracteriza por produzir hipertensão arterial severa e aumento do ácido úrico no sangue. Esse quadro hipertensivo é perigoso já que pode dar lugar a um dano renal e dano hepático, apresentar convulsões e coma.

FONTE:  Marisol Nuevo

 

Menstruação na gravidez?

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Não existe possibilidade nenhuma da mulher menstruar na gravidez!

O sangramento que muitas têm no início da gestação, ainda na fase pré-atraso ou mesmo com pouco atraso menstrual é a famosa nidação, esse sangramento de implantação que é tão falado e confundido com uma possível menstruação.

O segredo é saber como e quando ele acontece para não deixar dúvidas que a mulher não menstruou e sim teve um escape do endométrio devido à fixação do embrião dentro do útero.

Normalmente o sangramento mínimo que dá sinal de que a menstruação está chegando, pode ser bem parecido com o sangue que mostra que a nidação aconteceu. A grande diferença entre eles para saber se está grávida e menstruando (perdendo sangue) é a quantidade de sangue e sintomas.

Os sintomas hormonais (aumento de progesterona após a ovulação) são bem parecidos com os de gravidez, causas náuseas, cólicas e tonturas e ai podem confundir ainda mais. Porém, a quantidade do sangue que sai da vagina pode matar a charada!

O sangramento menstrual tem um fluxo que a nidação não tem, esse fluxo enche o absorvente e algumas vezes têm pedaços, coágulos. O sangue menstrual é muito mais vermelho, tem cores vivas e pode até ser marrom, se tiver uma quantidade significativa então, a gravidez é descartada.

Diferença de Sangramento de Implantação X Menstruação

Outro aspecto que diferencia a o sangramento de implantação de uma menstruação menor ou inicial é a cor, normalmente o sangramento de implantação costuma ser um vermelho mais aguado e amarronzado, apenas uma melequinha que pode vir durante dois ou três dias e parar.

Menstruação com significativa alteração de estrogênio também podem apresentar essas características, mas ai vale a mesma regra do fluxo, quantidade suficiente para encher o absorvente ou passar da calcinha para roupa, não é sangramento de implantação a menos que esteja com baixa de progesterona e ai tem que repor com medicação para não acontecer um micro aborto. Nesse caso apenas se detecta a gravidez com um teste de HCG, seja de farmácia ou de sangue, um beta HCG.

Sangramento com Suspeita de Gravidez

O sangue mais viscoso amarronzado pode ser também de implantação, esse acontece pelo excesso de muco hormonal na cérvix da mulher, igualmente o estrogênio em menstruação inicial, portanto, ter cautela e bom senso na hora da suposição é a melhor coisa.

Três perguntas a se fazer quando está sangrando e se suspeita de que grávida menstrua:

  1. A quantidade de sangue que está saindo é de grande fluxo?
  2. A cor é viva e de cor vibrante como sangue normal?
  3. A intensidade é a mesma de sempre ou só um pouco reduzida?
  4. Os sintomas estão na intensidade de sempre?

Se todas as respostas forem sim então, é provável que você esteja mesmo menstruando, mas claro, não é 100% provado que não esteja grávida. O que esse método ajuda é a desvendar um mistério que ronda tentantes, o sangramento menstrual ou de implantação. Podemos concluir então que – grávida menstrua? Não, elas podem ter apenas um sangramento por implantação ou baixa progesterona. Na dúvida faça um teste e consulte seu médico e só providencie uma ultrassom se ele solicitar.

FONTE: https://www.trocandofraldas.com.br